Poucas coisas incomodam tanto as mulheres quanto ter o corpo marcado pelas estrias. As estrias são um problema estético que atinge cerca de 80% do público feminino, assim como parte dos homens. As estrias ocorrem devido ao rompimento da estrutura interna da pele que não possui elasticidade suficiente para acompanhar certos processos de transformação corporal como a gravidez, mudanças bruscas de peso, crescimento rápido na adolescência, esportes (musculação e alongamentos excessivos), entre outros. No começo as estrias tem cor avermelhada, devido ao aumento de fluxo sangüíneo na região. Com o tempo ocorre a cicatrização das mesmas, quando elas se tornam brancas e firmes.
*COSMECÊUTICO - A indústria cosmética vem evoluindo tanto nos últimos anos que a nova geração desses produtos deixam de produzir efeitos meramente estéticos e passam a gerar produtos com função específica, atuando com propriedades farmacêuticas, como se fosse um medicamento. Esta nova ciência na área da cosmética é chamada atualmente de Cosmecêutica ou Fármaco-Cosmética.
Este mesmo processo de cicatrização ocorre com os ferimentos, que podem ser causados por algum tipo de acidente ou cirurgia. Em geral, as cicatrizes ficam altas, depois abaixam e se espalham, como uma estria, mas quando o processo de cicatrização ultrapassa os limites da cicatriz, gerando um tecido grosso e avermelhado, torna-se um quelóide.
O tratamento para estrias
O tratamento de estrias, cicatrizes e quelóides tem por objetivo eliminar o tecido fibroso substituindo-o por células novas, restabelecendo a elasticidade e o aspecto saudável da pele.
O cosmecêutico* antiestrias Bio-Médicin não contém ácidos em sua formulação e age graças à ação de enzimas de extratos vegetais especiais, que digerem as células mortas estimulando o processo de renovação da pele. Sua composição rica em vitaminas e nutrientes, hidrata e nutre profundamente a pele, estimulando a produção de células novas e das proteínas de sustentação (colágeno e elastina).
Componentes ativos do Creme p/ Estrias
Lipossomas* de Papaína - Rico em enzimas que digerem as células mortas facilitando o processo de renovação celular.Lipossomas* de Aloe Vera e Hamamélis - Auxiliam no processo de regeneração celular além de hidratar e amaciar a pele.Lipossomas* de Complexo Vitamínico e D-Pantenol - Possui ação regeneradora, estimulando o processo de renovação celular e aumentando a produção das proteínas de sustentação (colágeno e elastina).Óleo de Amêndoas - Age em conjunto com o Aloe Vera, hidratando profundamente e promovendo uma maior elasticidade a pele.
*LIPOSSOMAS: São microcápsulas que transportam os princípios ativos até a profundidade desejada, liberando o seu conteúdo de forma contínua e prolongada.
Modo de Usar o Creme p/ Estrias
Aplicar diariamente após o banho uma fina camada sobre a área a ser tratada. Para efeitos mais visíveis, persistir no tratamento por um período mínimo de 90 dias ininterruptos. Recomenda-se a utilização da Emulsão Regeneradora Corporal Bio-Médicin nos períodos restantes do ano.Obs.: Evitar o uso de qualquer hidratante corporal no local a ser tratado, incluindo sabonetes hidratantes, durante o tratamento.
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quinta-feira, 19 de março de 2009
Veja nos no nosso site e no Fotolog !!!
Você pode saber mais sobre nós nesse site :
NO FOTOLOG
ou
BLOG DE CELSO KRAUSS - Hair Stylist
deixe por aqui sua opinião a respeito dos assuntos abordados e dos trabalhos postados no fotolog !!!
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Sites bons para estudos a respeito de queda de cabelo :
http://quedadecabelo.org/
http://jotablog.com/calvice-queda-de-cabelo-e-tratamento-capilar/
http://www.quedadecabelo.net/
http://www.oficinadamoda.com.br/dica_moda.php?como_tratar_queda_de_cabelos&cod_dica_moda=413
http://www.novobr.com/queda_de_cabelo-5278.html
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Queda de cabelo feminino !!!
Se um quadro de alopecia (queda de cabelos) incomoda bastante aos homens, nas mulheres atinge de forma especial a auto-estima porque o embelezamento dos cabelos é muito curtido e considerado um aspecto fundamental da vaidade feminina.
Muitas vezes a preocupação com a queda é exagerada, explica a dermatologista Denise Chambarelli, já que é normal que os cabelos caiam e nasçam em proporções semelhantes. A tendência é se observar apenas os que caem durante a escovação e a lavagem, sem se levar em conta os fios que estão nascendo.
Estima-se que, em média, perde-se aproximadamente de 50 a 100 fios por dia. Parece muito, mas não é, tendo em vista que cada indivíduo normal possui entre 50 a 100 mil fios de cabelo.
Mas, quando a suspeita de queda anormal persiste, é preciso consultar um dermatologista para identificar a causa e indicar o tratamento adequado, diz a médica. As chances femininas de recuperação são maiores que as masculinas porque a perda de cabelo na mulher tem razões mais variadas, além de se manifestar de forma diferente.
A calvície de padrão feminino, em geral, produz uma rarefação de cabelo na frente, nas laterais e na coroa. Raramente, evolui para uma perda total do cabelo.
Prováveis causas
A genética, afirma Denise, é o fator mais determinante para a perda de cabelos, tanto nos homens quanto nas mulheres. Chamada de Alopecia Androgenética, responde pela maioria dos casos de calvície no homem e de afinamento do cabelo nas mulheres, principalmente após a menopausa.
Nos homens, geneticamente predispostos, a calvície pode se manifestar logo aos 20 anos, mostrando sinais clássicos como as “entradas” e a rarefação de fios no alto da cabeça. Há aqueles que aos 30 anos só têm uma coroa de cabelos à volta da cabeça.
Na Alopecia Androgenética Feminina (AAF) ocorre uma rarefação dos fios principalmente na linha que divide o couro cabeludo em duas metades, direita e esquerda. Esta tendência acentua-se no período que antecede a menopausa, quando os hormônios femininos diminuem em número e eficácia. Assim, a redução progressiva na produção de estrógeno pode provocar, entre outros efeitos, a queda de cabelos, mas a reposição hormonal também pode ajudar na sua recuperação.
As alterações hormonais podem acontecer mais cedo em razão da gravidez ou do uso de anticoncepcionais, lembra a dermatologista. Após o parto, o nível de progesterona diminui, o que predispõe à queda de cabelos. Problemas na tireóide ou hipófise também provocam disfunção hormonal e trazem entre as conseqüências, perda capilar.
O estresse emocional intenso, gerado por um fato marcante ou traumático, como uma cirurgia, um acidente, a morte de uma pessoa querida, ou até pelo período pós-parto, neste caso, agravado pelo fator hormonal, também pode dar origem à perda aguda e muito intensa de cabelo, durante dois, três meses. O estresse causa uma grande redução do crescimento dos folículos, que entram em fase de “descanso”, voltando a crescer depois que a fase passa.
Doenças febris, geralmente provocadas por infecções bacterianas, hemorragias e até dietas drásticas para emagrecimento rápido também são desencadeadores de uma perda temporária anormal, ocasionada pela carência de proteínas e hipovitaminose A, B e C. Nestes casos, a alimentação adequada traz de volta o equilíbrio do organismo.
Há ainda os tratamentos contra o câncer, em que a radioterapia e a quimioterapia promovem a perda súbita de cabelos, mas o quadro, geralmente, se reverte, quando cessam as aplicações.
Fonte : http://www.igeduca.com.br/artigos/saude-total/queda-de-cabelo-feminino.html
Muitas vezes a preocupação com a queda é exagerada, explica a dermatologista Denise Chambarelli, já que é normal que os cabelos caiam e nasçam em proporções semelhantes. A tendência é se observar apenas os que caem durante a escovação e a lavagem, sem se levar em conta os fios que estão nascendo.
Estima-se que, em média, perde-se aproximadamente de 50 a 100 fios por dia. Parece muito, mas não é, tendo em vista que cada indivíduo normal possui entre 50 a 100 mil fios de cabelo.
Mas, quando a suspeita de queda anormal persiste, é preciso consultar um dermatologista para identificar a causa e indicar o tratamento adequado, diz a médica. As chances femininas de recuperação são maiores que as masculinas porque a perda de cabelo na mulher tem razões mais variadas, além de se manifestar de forma diferente.
A calvície de padrão feminino, em geral, produz uma rarefação de cabelo na frente, nas laterais e na coroa. Raramente, evolui para uma perda total do cabelo.
Prováveis causas
A genética, afirma Denise, é o fator mais determinante para a perda de cabelos, tanto nos homens quanto nas mulheres. Chamada de Alopecia Androgenética, responde pela maioria dos casos de calvície no homem e de afinamento do cabelo nas mulheres, principalmente após a menopausa.
Nos homens, geneticamente predispostos, a calvície pode se manifestar logo aos 20 anos, mostrando sinais clássicos como as “entradas” e a rarefação de fios no alto da cabeça. Há aqueles que aos 30 anos só têm uma coroa de cabelos à volta da cabeça.
Na Alopecia Androgenética Feminina (AAF) ocorre uma rarefação dos fios principalmente na linha que divide o couro cabeludo em duas metades, direita e esquerda. Esta tendência acentua-se no período que antecede a menopausa, quando os hormônios femininos diminuem em número e eficácia. Assim, a redução progressiva na produção de estrógeno pode provocar, entre outros efeitos, a queda de cabelos, mas a reposição hormonal também pode ajudar na sua recuperação.
As alterações hormonais podem acontecer mais cedo em razão da gravidez ou do uso de anticoncepcionais, lembra a dermatologista. Após o parto, o nível de progesterona diminui, o que predispõe à queda de cabelos. Problemas na tireóide ou hipófise também provocam disfunção hormonal e trazem entre as conseqüências, perda capilar.
O estresse emocional intenso, gerado por um fato marcante ou traumático, como uma cirurgia, um acidente, a morte de uma pessoa querida, ou até pelo período pós-parto, neste caso, agravado pelo fator hormonal, também pode dar origem à perda aguda e muito intensa de cabelo, durante dois, três meses. O estresse causa uma grande redução do crescimento dos folículos, que entram em fase de “descanso”, voltando a crescer depois que a fase passa.
Doenças febris, geralmente provocadas por infecções bacterianas, hemorragias e até dietas drásticas para emagrecimento rápido também são desencadeadores de uma perda temporária anormal, ocasionada pela carência de proteínas e hipovitaminose A, B e C. Nestes casos, a alimentação adequada traz de volta o equilíbrio do organismo.
Há ainda os tratamentos contra o câncer, em que a radioterapia e a quimioterapia promovem a perda súbita de cabelos, mas o quadro, geralmente, se reverte, quando cessam as aplicações.
Fonte : http://www.igeduca.com.br/artigos/saude-total/queda-de-cabelo-feminino.html
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